Título Original: Hoshi Mamoru Inu
Autor: Takashi Murakami

Editora: JBC
Ano: 2014
Páginas: 132
Gênero: Aventura, Drama, Ficção, Mangá, Literatura Estrangeira
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Sinopse: A história conta uma aventura vivida por dois companheiros, um simples senhor, sem dinheiro, emprego, ou família, e seu cachorro, que farão o possível para viver e sobreviver a sua “viagem” pelo interior do Japão. O grande diferencial da narrativa fica por conta do ponto de vista. Os acontecimentos são vistos sempre pelo olhar do cachorro, e a perspectiva canina dos fatos e seus sentimentos são os companheiros do leitor ao longo das páginas. (SBOOK)

"O Cão que Guarda as Estrelas" foi o primeiro mangá que eu li na vida e simplesmente me apaixonei, viciei e agora só quero ler mangás, principalmente quando estou prestes a ter aquela ressaca literária.

"Hoshi Mamoru Inu" em tradução literal, "O Cão que Guarda as Estrelas", é uma expressão japonesa usada para descrever uma pessoa que quer algo impossível. A origem vem da imagem do cachorro que fica olhando para o céu como se desejasse as estrelas.


Este mangá vai contar a história do Happy, ele provavelmente foi abandonado ou estava para a adoção - já que no inicio do enredo estava numa caixa - e uma menininha que estava passeando pela rua o pegou e levou para casa.

Happy foi bem recebido pela mãe de Miku, mas não tão bem recebido assim pelo seu pai, digamos que ele aprendeu a gostar de Happy levando-o para passear e conversando com o cão.

Logo em seguida o tempo começa a passar mais rápido, Happy deixa de ser o centro das atenções de Miku, pois ela chega na adolescência e acaba se tornando rebelde, o que começa a gerar conflitos na casa. 
Às vezes, as pessoas culpam os outros pelos seus fracassos para se sentirem melhor.
Para 'ajudar', o pai de Miku não era um homem de muitas atitudes, digamos assim, já que em qualquer conflito ele sempre dizia "faça o que quiser". Neste caso, não podemos nem ficar com pena quando a mulher dele pede o divórcio.

"Papai" é como Happy chama seu dono.
Nisso, Happy e "papai" partem em uma jornada para o sul, onde fica a cidade natal do "papai", e lá acabam encontrando algumas dificuldades.


Do inicio ao meio do mangá, a narração é feita na visão de Happy e narrado por ele mesmo. Mas do meio para o final vamos conhecer o assistente social (da foto a cima), e sua história com os girassóis e seu antigo cachorro da sua infância.

Vou me conter para não falar mais nada sobre o enredo, não só para não dar spoiler, como para não me emocionar mais do que já me emocionei lembrando dessa história.

Eu super indico este mangá para quem está começando nesse mundo, a história é muito tocante e emocionante, então se prepare para chorar e não o leia em público (dica de amiga).
E só para terminar com chave de ouro:
Todas as pessoas enquanto viverem são "cães que guardam as estrelas"
NOTA:

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13 comentários:

  1. Parabéns pelo seu primeiro mangá <3 eu já li alguns e também sou apaixonada, só não li mais porque são hiper caros. Mas histórias com cachorros me deixam derretida e essa parece ser a coisa mais lindaaa! Amei conhecer a história e adorei suas fotos.

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  2. Aiii deve ser lindo esse mangá. *.* Já fiquei com vontade de lê-lo. Acho que iria me acabar de chorar lendo O Cão que Guarda as Estrelas. ^^
    Beijinhos

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  3. Tenho O Outro Cão que Guarda as Estrelas e ainda não li porque gostaria de ler a história de Happy primeiro. Imagino que vou me emocionar bastante.

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  4. Aaaaiiiiii que fooofooo!! De cara adorei a sinopse mas seguindo a pagina vi que era um mangá. Tudo bem outro "genero" que nunca li e acho que não vou gostar. Só que o que me chamou atenção foi o modo com que tu colocou tuas observações da resenha e a visão do cão sendo contada o que tenho certeza deve ser muuuito bacana e emocionante. Vou admitir que esse sim me chamou atenção e eu abriria meus horizontes para ler esse mangá.

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  5. Olá, já vi que esse mangá é pra ler com o lenço do lado, porque é impossível não se emocionar, ainda mais quando temos animais fofinhos no meio. Beijos.

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  6. Desde que esse mangá saiu eu sou doida para ler. Acho muito fofinha essa coisa de ter um cachorro na história e já prevejo lágrimas, hahaha.

    Beijos!
    http://www.prateleiracolorida.com.br

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  7. Olá Ágata *-*
    Já li um mangá, o 1º de Another, e eu de cara adorei todo o envolvimento que tive com o mangá. A questão de diálogo, imagens... o modo de ler também que é bem fora do habitual. Depois desse não li nenhum outro. Me arrependo até então! Tenho planos em investir em mangás, mas cada coisa ao seu tempo né?
    Eu não conhecia esse mangá, "O Cão que Guarda as Estrelas", mas já tô adorando conhecer. Adorei conhecer a temática que é abordada no mangá e o tipo de sentimento que se tem ao ler. Já quero de presente <3

    E que amorzinho de resenha !
    Beijocas.

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  8. Confesso que nunca li, algo desse gênero, mas a sinopse é realmente encantadora, história que mostra exemplo de superação, fidelidade e companheirismo. As dificuldades existente eram facilmente superadas , pelo cão, que via as coisas de maneira singela. Isso possa servir de exemplo pra cada um de nós que passa por dificuldades, pois o tamanho do nosso problema é insignificante ao problema do outro.

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  9. Oi Ágata.
    Não sou de ler mangás, porque acho eles confuso e me atrapalho kkk (besteira, eu sei), mas esse se destacou para mim, principalmente por ser na visão do cão, acredito que não tem como não se apaixonar pelos personagens e principalmente por ele. Amei os desenhos..
    Beijos

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  10. Nunca li mangás mas realmente a sua resenha me fez querer comprar esse mas infelizmente em todas lojas online ele está indisponível :(

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  11. Oi Ágata!
    Faz um tempo que não lei mangá mas já fui muito fã (até hoje ainda aprecio um bom, só me distanciei um pouco pela falta de tempo).
    Acho que "O cão que guarda as estrelas" tem cara de ser aqueles livros bem levinhos e fofinhos. Só pela resenha já adorei o Happy! Realmente parece ser uma ótima leitura.
    Bjs

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    1. Oi Catarina, indica alguns mangás levinhos e fofinhos?

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  12. Eu nunca li um Mangá, mas só por essa capa já me apaixonei. Olhando as imagens percebemos que são carregadas de simbolismo e emoção e isso realmente é algo que me faz querer conhecer mais de perto essa obra.

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