Titulo Original: Slightly Dangerous
Autora: Mary Balogh
Editora: Arqueiro

Série: Os Bedwyns #06
Páginas: 304
Ano: 2017

Comprar: Amazon, Saraiva, Livraria da Folha 

Sinopse: Aos 35 anos, Wulfric Bedwyn, o recluso e frio duque de Bewcastle, está ávido por encontrar uma nova amante. Quando chega a Londres, os boatos que correm são os de que ele é tão reservado que nem a maior beldade seria capaz de capturar sua atenção. Durante o evento social mais badalado da temporada, uma dama desperta seu interesse: a única que não tinha essa intenção. Christine é impulsiva, independente e altiva – uma mulher totalmente inadequada para se tornar a companheira de um duque. Ao mesmo tempo, é linda e muito, muito atraente. Mas ela rejeita os galanteios de todos os pretendentes, pois ainda sofre para superar as circunstâncias pavorosas da perda do marido. No entanto, quando o lobo solitário do clã Bedwyn jura seduzi-la, alguma coisa estranha e maravilhosa acontece. Enquanto a atração dela pelo sisudo duque começa a se revelar irresistível, Wulfric descobre que, ao contrário do que sempre pensou, pode ser capaz de deixar o coração ditar o rumo de sua vida. Em Ligeiramente Perigosos, o sexto e último livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh conclui a saga desta encantadora família em uma trama repleta de cenas sensuais, tiradas espirituosas e personagens à frente de seu tempo. Ao unir um homem e uma mulher tão diferentes, ela mostra que o resultado só poderia ser um par perfeito. (SKOOB)

'Ligeiramente Perigosos' é o sexto e ultimo livro da série 'Os Bedwyns', e como eu disse no vídeo de livros recebidos é o primeiro livro dessa série que pego para ler, isso porque uma amiga (a Fernanda aqui do blog) me recomendou dizendo que a ordem não seria problema, o que eu afirmo com toda certeza que realmente não foi, pelo menos para mim.


Como podem ver se trata de uma série de romance de época, e vem sendo lançada pela Editora Arqueiro, que já virou líder do gênero e vem trazendo uma série melhor que a outra. Nessa acompanhamos a trajetória dos irmãos Bedwyns, mas nesse sexto livro quem ganha destaque é o mais velho, Wulfric Bedwyn, conhecido como o recluso e frio duque de Bewcastle.

Desde que nasceu Wulfric soube o que o destino lhe reservava, o título de duque não viria acompanhado apenas de glamour, mas de decisões e atitudes guiadas pelas normas e costumes da aristocracia. Aos seus 17 anos de idade o peso desse fardo se tornou ainda maior, pois a morte do pai o colocava no posto de duque, além do responsável pelos os outros irmãos mais novos.

O duque sempre foi uma pessoa muito séria, raramente era visto em eventos da temporada, no entanto aceitou o convite de Bertie para a festa de sua esposa, o que deixou Melanie a beira da loucura, uma vez que isso desequilibrava o número de cavalheiros em relação ao de damas. Esse consequentemente foi o motivo para a exagerada Melanie enfim convencesse sua amiga Christine a comparecer no evento e livra-lá do 'vexame' perante os convidados.


Christine Derrick é uma mulher bela e adorável, sempre atrai risos e contagia as pessoas por onde passa, totalmente o oposto ao duque de Bewcastle, que se sente fortemente atraído pela jovem viúva. Ele vê nela a mulher ideal para preencher o posto, recém desocupado, de sua amante, já que o fato dela se comportar de forma impulsiva, sem decoro ou polidez adequada, lhe afasta completamente do possível posto de duquesa. No entanto a Sra. Derrick não está interessada nos benefícios que uma coisa ou outra irá lhe oferecer, ela já esteve em um relacionamento, e quase viu sua alegria ser drenada, a liberdade de ser ela mesma é a ultima coisa que Christine pensa em perder.
Uma mulher que chamava atenção para si o tempo todo, que se empolgava com qualquer coisa e simplesmente ria quando as coisas saíam errado, em vez de se mostrar adequadamente constrangida.
É aí que começa uma adorável corrida de gato e rato, o que eu particularmente adoro, principalmente quando tal corrida trás a tona declarações e atitudes que me fazem suspirar e rir feito boba. Tanto Christine quanto Wulfric estão atraídos um pelo outro, mas o orgulho e o preconceito bobo que há neles os mantem em uma constante ida e vindas, pois na mesma hora que estão bem estão se atracando novamente.


A narração fluida de Mary Balogh com certeza veio para reforçar minha coleção de romances de época, pois mesmo sendo o sexto livro da série eu só conseguia pensar em como precisava ler logo os anteriores, aposto que são tão apaixonantes quanto este. Também achei bem interessante como a autora deu um ar de mistério para circunstâncias envolvendo alguns personagens, que acabaram tendo suas verdadeira facetas desvendadas no decorrer da leitura. No começo até me senti um pouco perdida em meio a isso, não sabia se era algum acontecimento que se passou em livros anteriores ou se seriam desvendados conforme a narração. Os vários nomes citados também me deixaram com a mesma sensação, mas logo percebi que não era culpa de eu ter 'pego o bonde andando', e conforme a leitura avança, mais as peças se encaixava e eu me familiarizava com cada um dos personagens mencionados.


'Ligeiramente Perigosos' é definitivamente a prova de como os opostos se atraem, além de um bom exemplo de como podemos ser mais felizes quando somos nós mesmos, isso sem falar no quanto é perigoso arriscar nossa felicidade baseando nossas atitudes no que os outros vão pensar. Com certeza é um livro que veio para agradar aos fãs do gênero.

NOTA: 

Mary Balogh nasceu e foi criada no País de Gales. Ainda jovem, se mudou para o Canadá, onde planejava passar dois anos trabalhando como professora. Porém ela se apaixonou, casou e criou raízes definitivas do outro lado do Atlântico. Sempre sonhou ser escritora e tinha certeza de que, no dia em que escrevesse um livro, ele seria ambientado na Inglaterra do Período da Regência. Quando sua filha mais nova tinha 6 anos, Mary finalmente encontrou tempo para se dedicar ao antigo sonho. Depois de três meses escrevendo na mesa da cozinha, a primeira versão de sua obra de estreia estava pronta. Publicada em 1985, deu a Mary o prêmio da Romantic Times de autora revelação na categoria Período da Regência. Em 1988, depois de vinte anos de magistério, ela passou a se dedicar apenas aos livros. Hoje Mary Balogh é presença constante na lista de mais vendidos do The New York Times e vencedora de diversos prêmios literários.

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3 comentários:

  1. Oi!
    Estou doida para ler a serie Os Bedwyn, li o segundo livro dessa serie e estou doida para ler esse, mas por ser o ultimo livro pensei que poderia acabar atrapalhando não ter lidos os outros, mas adorei saber que da para entender, estou bem curiosa para ler o livro do Wulfric pois pelo que vi dele, deu para ver que é um personagem bem fechado e do tipo que sempre da a ultima palavra por isso vai se bem interessante ver ele se apaixonar, doida para ler essa historia !!

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  2. Que amor, mas não consigo começar do meio, a prova disso é meu amor por STAR WARS e a única "série" que não preciso assistir em ordem cronológica. Preciso ler desde o comecinho, talvez consiga por ebook, obrigado pela dica <3
    Sexo, Fraldas e Rock'n Roll

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  3. Thaís!
    Muito bom ver o último livro da série fechou a contento e trouxe a máxima de que os opostos se atraem.
    Fico imaginando onde essas autoras de romances de época vão buscar o nome dos seus protagonistas, porque venhamos e convenhamos Wulfric não é um nome nada convencional, né?
    Desejo uma semana tranquila!
    “Uma pergunta prudente é metade da sabedoria.” (Francis Bacon)
    Cheirinhos
    Rudy
    TOP COMENTARISTA DE MAIO 3 livros, 3 ganhadores, participem.

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