Hellopeople!
Voltei e hoje vim aqui para falar de lançamento. Esse mês de março a Editora Arqueiro está lançando mais um lindo romance que promete conquistar muitos corações, "Quando a Bela domou a Fera.  Ficou curioso(a)? Leia o post abaixo!


Eleito um dos dez melhores romances de 2011 pelo Library Journal, "Quando a Bela domou a Fera" é uma deliciosa releitura de um dos contos de fadas mais adorados de todos os tempos. Piers Yelverton, o conde de Marchant, vive em um castelo no País de Gales, onde seu temperamento irascível acaba ferindo todos os que cruzam seu caminho. Além disso, segundo as más línguas, o defeito que ele tem na perna o deixou imune aos encantos de qualquer mulher. 

Mas Linnet não é qualquer mulher. É uma das moças mais adoráveis que já circularam pelos salões de Londres. Seu charme e sua inteligência já fizeram com que até mesmo um príncipe caísse a seus pés. Após ver seu nome envolvido em um escândalo da realeza, ela definitivamente precisa de um marido e, ao conhecer Piers, prevê que ele se apaixonará perdidamente em apenas duas semanas. 


No entanto, Linnet não faz ideia do perigo que seu coração corre. Afinal, o homem a quem ela o está entregando talvez nunca seja capaz de corresponder a seus sentimentos. Que preço ela estará disposta a pagar para domar o coração frio e selvagem do conde? E Piers, por sua vez, será capaz de abrir mão de suas convicções mais profundas pela mulher mais maravilhosa que já conheceu?

Muito legal, né?
Eu estou bastante curiosa e mal vejo a hora de poder ler!
Aguardem que logo terá resenha dele aqui no blog :)

Beijos!


Olá amiguinhos! Todo mundo sabe que o assunto da vez é 'A Bela e a Fera', e eu como fã desse conto de fadas lindo não iria ficar para trás. É lógico que eu tentei ir assistir o filme no dia da estreia, mas quando cheguei no balcão os ingressos estavam esgotados! Pensem só na minha decepção. Moro em uma cidade pequena, a ultima coisa que pensei era que o filme que já estava sendo exibido desde as 15:00h da tarde estaria esgotado quando eu chegasse no cinema com mais de uma hora de antecedência para a ultima sessão. Então deixei para ir na segunda-feira, já que é um dia de menos movimento no cinema, ou assim eu esperava pelo menos.

Confesso que eu quase cai do cavalo mais uma vez, no entanto uma coisa maravilhosa, bem ao estilo mundo mágico de Disney me aconteceu: eis que eu conheci a sala VIP do Grupo Cine Itapetininga. E vou falar meus amigos, não quero mais ver filme nenhum se não for nessa sala!! (hsuahsuah)

Como eu falei anteriormente se trata do cinema de uma cidade com 123.439 habitantes, feito para adaptar as necessidades de Itapetininga, que até algum tempo atrás se contentavam com apenas duas sala, mas que agora se transformaram em cinco salas diferentes, sendo a 5° a linda, maravilhosa e aconchegante sala VIP.


No começo eu fiquei receosa por essa sala contar com poucos acentos, mas no momento em que entrei nela entendi o porque. A sala VIP do Grupo Cine em Itapetininga tem acomodações extremamente confortáveis, suas poltronas diferenciadas com estofamento possuem também acionamento elétrico e apoio para os pés, eu juro que senti que tinha levado o cinema para dentro de minha casa, de tão a vontade que eu fiquei. O fato de ser uma sala pequena também contribui para menos falatório durante a sessão. Eu realmente amei cada detalhe da sala VIP.

É lógico que um serviço de maior qualidade automaticamente influência no preço que iremos pagar por ele, mas enquanto em cidades maiores como São Paulo por exemplo, essa diferença chega a custar de R$ 50,00 a R$ 60,00 dependendo das instalações e serviços oferecidos, em Itapetininga o Grupo Cine oferece um valor bem mais acessível, onde apenas R$ 2,00 são acrescentados no valor do ingresso. Vale super apena!

 Além disso a sala VIp oferece acento para cadeirantes, acento adaptado para pessoas acima do peso e sessões tanto em 3D como em 2D. A sala fica disponível em todos os dias da semana, principalmente nos feriados e finais de semana. Meia entrada também é concedida nesta sala para as pessoas que tem direito estabelecido pela legislação. No entanto as promoções promovidas semanalmente pelo Grupo Cine como por exemplo a 'Terça do amor' ou 'Quinta maluca' não são válidas para a sala VIP.

Ainda sim eu digo que vale muito a pena pagar dois reais a mais e garantir conforto aliado a tecnologia na hora de assistir um bom filme no Gupo Cine de Itapetininga. Então deixo mais essa dica aos meus conterrâneos, que eu espero que aproveitem bastante os lançamentos que chegam a partir de hoje em nosso cinema:

            

Tive a oportunidade de ver o trailer de 'Power Rangers' e confesso que essa é a minha grande aposta para o público jovem e aos fãs do seriado nos anos noventa. Já aqueles que gostam de suspense não podem deixar de assistir 'Fragmentados' que eu também já dei uma conferida no trailer e confesso que fiquei de boca aberta. Os amantes de ação podem escolher entre 'Kong' e 'Logan'. Enquanto isso 'A Bela e a Fera' é um filme obrigatório aos que apreciam romance e contos de fadas. A programação dessa semana está realmente incrível, e para ficar de olha na grade de horário e em qual filme será exibido na sala VIP em determinados dias da semana, basta acessar ao site do Grupo Cine e selecionar sua cidade. 

Como eu falei em outros posts, estou muito feliz em saber que o blog também está se tornando conhecido por moradores da minha cidade. No começo do Amiga da Leitora eu morava em uma cidade ainda menor, e era tímida para me divulgar. Mas o tempo passa e as coisas mudam, hoje não tenho mais vergonha de dizer que tenho um blog sim e adoro escrever nele, por isso comecei a aderir por aqui dicas para os moradores de Itapetininga que procuram por coisas legais para fazer ou lugares para ir. Espero que estejam gostando! Agora me digam quais das estreias da semana são as suas favoritas?

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XOXO


Por mais que, no mundo, haja milhares de mentes brilhantes, pessoas capazes de fazer uma revolução independentemente para com o que, sempre houve e continuará havendo figuras renomadas que, além de exercer um ótimo papel em determinada área, em plena nobreza inspiram toda uma geração de subordinados ao seu trabalho.


Para a nossa ‘Quarta do Horror’ de hoje, resolvi fazer um post sobre alguns autores que são subordinados a Edgar Allan Poe, mestre da literatura de horror/terror clássico.

Recentemente, a editora Darkside Books anunciou e surpreendeu mais uma vez o seu público com a notícia de que uma nova coleção estaria sendo lançada; feita especialmente para os leitores que tacam o horror no universo literário ‘Medo Clássico’, como é chamada, reunirá um conjunto de livros que como diz o nome, apresentarão histórias clássicas com explícita originalidade; livros tão renomados em suas respectivas origens, quanto no mundo todo.

Juntando os pontinhos, e, para quem é fã do gênero, após o anúncio da nova coleção ficou bem claro que algum livro do Edgar Allan Poe seria lançado, logo que a muito tempo o público vinha cobrando a editora para publicar as obras do mestre; e como tudo tem seu tempo certo, eis que o momento chegou, tardou, mas chegou! “Edgar Allan Poe” volume 1, estreia 5 estrelas do “Medo Clássico”. 

Sempre muito atenciosa com o público, a editora atendeu os inúmeros pedidos de publicação em uma forma exemplar, a edição que os mesmos produziram para o livro 1 é de cair o queixo! Sendo eu fã da editora, você pode achar que estou sendo exagerado ou até mesmo possa estar fazendo ‘jabá’, mas não, literalmente a edição está fantástica.

O pessoal da produção artística conseguiu juntar fatores e cuidados essenciais que um clássico merece: boa diagramação, cartela de cores sem destoar, capa dura com arte em destaque e outros mais, assim, despertando tanto a curiosidade quanto a compulsiva mania de compra de livros do público. Mas gente, vem cá, convenhamos que uma edição como esta, abrilhanta e muito uma mera estante/nicho, concorda? Resumidamente, mais uma vez, a Darkside Books acertou e muito! Palmas!


Voltando ao nosso tema de hoje, Poe é considerado mestre da literatura dark mundo à fora, suas obras começaram da mesma forma como tudo começa, no zero. Porém, o talento do escritor era de longe notável e de pouco em pouco, o público de Poe foi aumentando, em uma constante conquistando mais e mais fãs, fazendo dele hoje, uma preciosa referência e inspiração tanto para novos escritores, quanto para produtores de cinema, conteúdo televisionado, músicas e outros meios, em outras palavras, o retorno positivo que o trabalho de Poe teve, o transformou em um ícone não só da literatura mas como também em um ícone da arte em geral.

Depois de Poe, muitos outros escritores surgiram, alguns se deram bem e outros nem tanto, mas isso não os desmotivou, muito pelo contrário, tiveram o sucesso de Poe como um incentivo e inspiração, tal ato, segue até a atualidade.

Stephen King, Peter Straub, Shepherd entre outros grandes nomes da literatura, orgulham-se em dizer que usam os contos e poemas de Poe como inspiração. Tamanha admiração os tornaram tão bons quanto. 

Mas não se engane ao pensar que apenas autores internacionais se inspiraram / são comparados à Poe, como citei em um post recente, autores nacionais vem conquistando o mercado literário, um ótimo exemplo de autor que hora foi comparado com Poe é o César Bravo, autor do livro “Ultra Carnem”, sua escrita é tão instigante quanto aos obscuros poemas góticos do mestre.

Poe, uma vez disse:
“Tudo o que vemos, ou, parecemos, não passa de um sonho dentro de um sonho.”
Essa citação define o post de hoje; os autores inspirados por Edgar compartilham de um mesmo propósito, expandir, embelezar e enriquecer a literatura mundial, e isso eles estão fazendo muito bem.

Para encerrar, abaixo compartilho um dos mais famosos poemas de Edgar, delicie-se.

O CORVO
Em certo dia, à hora, à hora Da meia-noite que apavora, Eu caindo de sono e exausto de fadiga, Ao pé de muita lauda antiga, De uma velha doutrina, agora morta, Ia pensando, quando ouvi à porta Do meu quarto um soar devagarinho E disse estas palavras tais: "É alguém que me bate à porta de mansinho; Há de ser isso e nada mais." Ah! bem me lembro! bem me lembro! Era no glacial dezembro; Cada brasa do lar sobre o chão refletia A sua última agonia. Eu, ansioso pelo sol, buscava Sacar daqueles livros que estudava Repouso (em vão!) à dor esmagadora Destas saudades imortais Pela que ora nos céus anjos chamam Lenora, E que ninguém chamará jamais. E o rumor triste, vago, brando, Das cortinas ia acordando Dentro em meu coração um rumor não sabido Nunca por ele padecido. Enfim, por aplacá-lo aqui no peito, Levantei-me de pronto e: "Com efeito (Disse) é visita amiga e retardada Que bate a estas horas tais. É visita que pede à minha porta entrada: Há de ser isso e nada mais." Minha alma então sentiu-se forte; Não mais vacilo e desta sorte Falo: "Imploro de vós - ou senhor ou senhora - Me desculpeis tanta demora. Mas como eu, precisando de descanso, Já cochilava, e tão de manso e manso Batestes, não fui logo prestemente, Certificar-me que aí estais." Disse: a porta escancaro, acho a noite somente, Somente a noite, e nada mais. Com longo olhar escruto a sombra, Que me amedronta, que me assombra, E sonho o que nenhum mortal há já sonhado, Mas o silêncio amplo e calado, Calado fica; a quietação quieta: Só tu, palavra única e dileta, Lenora, tu como um suspiro escasso, Da minha triste boca sais; E o eco, que te ouviu, murmurou-te no espaço; Foi isso apenas, nada mais. Entro co'a alma incendiada. Logo depois outra pancada Soa um pouco mais tarde; eu, voltando-me a ela: "Seguramente, há na janela Alguma coisa que sussurra. Abramos. Ela, fora o temor, eia, vejamos A explicação do caso misterioso Dessas duas pancadas tais. Devolvamos a paz ao coração medroso. Obra do vento e nada mais." Abro a janela e, de repente, Vejo tumultuosamente Um nobre Corvo entrar, digno de antigos dias. Não despendeu em cortesias Um minuto, um instante. Tinha o aspecto De um lord ou de uma lady. E pronto e reto Movendo no ar as suas negras alas. Acima voa dos portais, Trepa, no alto da porta, em um busto de Palas; Trepado fica, e nada mais. Diante da ave feia e escura, Naquela rígida postura, Com o gesto severo - o triste pensamento Sorriu-me ali por um momento, E eu disse: "Ó tu que das noturnas plagas Vens, embora a cabeça nua tragas, Sem topete, não és ave medrosa, Dize os teus nomes senhoriais: Como te chamas tu na grande noite umbrosa?" E o Corvo disse: "Nunca mais." Vendo que o pássaro entendia A pergunta que lhe eu fazia, Fico atônito, embora a resposta que dera Dificilmente lha entendera. Na verdade, jamais homem há visto Coisa na terra semelhante a isto: Uma ave negra, friamente posta, Num busto, acima dos portais, Ouvir uma pergunta e dizer em resposta Que este é o seu nome: "Nunca mais." No entanto, o Corvo solitário Não teve outro vocabulário, Como se essa palavra escassa que ali disse Toda sua alma resumisse. Nenhuma outra proferiu, nenhuma, Não chegou a mexer uma só pluma, Até que eu murmurei: "Perdi outrora Tantos amigos tão leais! Perderei também este em regressando a aurora." E o Corvo disse: "Nunca mais." Estremeço. A resposta ouvida É tão exata! é tão cabida! "Certamente, digo eu, essa é toda a ciência Que ele trouxe da convivência De algum mestre infeliz e acabrunhado Que o implacável destino há castigado Tão tenaz, tão sem pausa, nem fadiga, Que dos seus cantos usuais Só lhe ficou, na amarga e última cantiga, Esse estribilho: "Nunca mais." Segunda vez, nesse momento, Sorriu-me o triste pensamento; Vou sentar-me defronte ao Corvo magro e rudo; E mergulhando no veludo Da poltrona que eu mesmo ali trouxera Achar procuro a lúgubre quimera. A alma, o sentido, o pávido segredo Daquelas sílabas fatais, Entender o que quis dizer a ave do medo Grasnando a frase: "Nunca mais." Assim, posto, devaneando, Meditando, conjecturando, Não lhe falava mais; mas se lhe não falava, Sentia o olhar que me abrasava, Conjecturando fui, tranqüilo, a gosto, Com a cabeça no macio encosto, Onde os raios da lâmpada caiam, Onde as tranças angelicais De outra cabeça outrora ali se desparziam, E agora não se esparzem mais. Supus então que o ar, mais denso, Todo se enchia de um incenso. Obra de serafins que, pelo chão roçando Do quarto, estavam meneando Um ligeiro turíbulo invisível; E eu exclamei então: "Um Deus sensível Manda repouso à dor que te devora Destas saudades imortais. Eia, esquece, eia, olvida essa extinta Lenora." E o Corvo disse: "Nunca mais." "Profeta, ou o que quer que sejas! Ave ou demônio que negrejas! Profeta sempre, escuta: Ou venhas tu do inferno Onde reside o mal eterno, Ou simplesmente náufrago escapado Venhas do temporal que te há lançado Nesta casa onde o Horror, o Horror profundo Tem os seus lares triunfais, Dize-me: "Existe acaso um bálsamo no mundo?" E o Corvo disse: "Nunca mais." "Profeta, ou o que quer que sejas! Ave ou demônio que negrejas! Profeta sempre, escuta, atende, escuta, atende! Por esse céu que além se estende, Pelo Deus que ambos adoramos, fala, Dize a esta alma se é dado inda escutá-la No Éden celeste a virgem que ela chora Nestes retiros sepulcrais. Essa que ora nos céus anjos chamam Lenora!" E o Corvo disse: "Nunca mais." "Ave ou demônio que negrejas! Profeta, ou o que quer que sejas! Cessa, ai, cessa!, clamei, levantando-me, cessa! Regressa ao temporal, regressa À tua noite, deixa-me comigo. Vai-te, não fica no meu casto abrigo Pluma que lembre essa mentira tua, Tira-me ao peito essas fatais Garras que abrindo vão a minha dor já crua." E o Corvo disse: "Nunca mais." E o Corvo aí fica; ei-lo trepado No branco mármore lavrado Da antiga Palas; ei-lo imutável, ferrenho. Parece, ao ver-lhe o duro cenho, Um demônio sonhando. A luz caída Do lampião sobre a ave aborrecida No chão espraia a triste sombra; e fora Daquelas linhas funerais Que flutuam no chão, a minha alma que chora Não sai mais, nunca, nunca mais!
See you soon, Lucas!  

Titulo Original: Luna Lina A Menina Que Semeava Ecos
Autor: Julio Carlos Alves
Editora: Pontes
Ano: 2015 
Páginas: E book-116

Sinopse: Dílio, um homem simples, pai e marido exemplar, descobre de maneira surpreendente que, em um passado muito distante, viveu um fazendeiro de coração nobre, que teve a preocupação de passar para sua descendente, Luna Lina, toda sua sabedoria e humildade. Através de ricos detalhes, valorizando a conexão que há entre todos os elementos da natureza e também o respeito que deve existir entre as pessoas, independente de etnia ou classe social, nos ensina que não somos as únicas espécies inteligentes na face da terra. 
 “Aprenda a não temer o desconhecido,
confiar na escolha da alma
e acreditar além dos sentidos"

Olá pessoal, hoje vamos falar sobre uma leitura nacional que me encantou, e que tenho certeza que vocês vão gostar também!

"Luna Lina a menina que semeava ecos" conta a história de Dílio que ao encontrar um diário antigo descobre uma história fascinante com lições surpreendentes. O livro é uma espécie de mistura de acontecimentos de dois tempos: o que foi vivido na época do diário e o que Dílio - nosso protagonista - vive. Além disso os ensinamentos que são passados ao leitor são de grande importância.


Dílio é um homem simples, trabalhador, dedicado a sua linda filha Emília e esposa Sofia, e está prestes a fazer uma descoberta e tanto de um segredo guardado a muitos e muitos anos. Em uma tarde olhando as crianças brincarem em uma praça perto de uma serigueira ele descobre uma pequena caixa metálica enterrada nos pés da arvore, curioso o homem desenterra aquele objeto e o leva pra casa, após uma insistente conversa com sua filha resolve abrir a caixa para satisfazer a curiosidade da menina e a dele é claro. O que ele não sabe é que o que aparentava ser uma simples caixa guardava uma incrível e surpreendente lembrança do passado.

“O presente está dentro de uma caixa pequena, guardado dentro de
uma enorme caixa”

Emília sua pequena filha pega o conteúdo da caixa, um saquinho pequeno de veludo e despeja o que esta dentro na palma de sua mão, a menina se decepciona por ver que é apenas uma semente e junto a ela pedacinhos de papel um em cima do outro como se fosse um bloco de notas em tamanho reduzido. Dílio percebeu que as pequenas folhas estavam marcadas por pontinhos como se fosse braile mas sem relevo, o que despertou sua curiosidade. Querendo entender o que tinha naquelas folhinhas, levou a seu trabalho e lá com auxilio de uma lupa viu que os pontinhos na verdade se tratava de uma escrita muito muito pequena, o homem ficou fascinado com sua descoberta e queria saber mais sobre o que tinha sido escrito. Com sua experiencia como diagramador resolveu pedir ajuda de sua amiga e a mesma sugeriu a ele que usasse um microscópio digital o que facilitaria sua leitura.


Dílio descobriu por fim que aquelas folhinhas miúdas tratava-se de um diário escrito por uma jovem em 1898 e que fora enterrado e mantido em segredo, essa jovem queria ser jornalista e estava muito feliz pois havia ganhado sua tão sonhada máquina de escrever, ela registrava tudo que achava importante até que um terrível acidente lhe deixou em coma e milagrosamente quase dois anos depois a menina acordou, e deu continuidade ao seu diário, mas muitas coisas haviam mudado desde do o coma, uma delas é que agora ela tinha um novo amigo (a) que chamava de Eco, este amigo (a) era uma linda árvore que fora plantada na fazenda onde vivia como tradição de família. 


A leitura é de simples entendimento, o autor construiu cada personagem com características especificas e marcantes, a jovem jornalista por exemplo me mostrou como é importante escutarmos quem nos ama e como a família é base de tudo. Através do livro é passado para leitor o poder da igualdade, que somos todos filhos de uma unica terra. Adorei a força que autor trouxe em relação a nossa ligação com a natureza, e o quanto precisamos escuta-la e preserva-la.


A jovem escutava todos os sábios conselhos da árvore e passou a ter uma conexão linda e pura com a natureza e as coisas que nos cercam. Uma leitura marcante que nos emociona, uma escrita simples e ao mesmo tempo rica de conhecimento, respeito e humanidade. Simplesmente adorei, tive poucas leituras nacionais e essa é uma das que mais me encantaram.

NOTA: 

Encontros e desencontros, são contados pelo autor Júlio Carlos Alves, em reflexiva história sobre a vida.A ambientalista nascido em Arapongas, Paraná, um pé vermelho em São Paulo, empresário, e principiante escritor, mora em Valinhos, casado com Silvia Biachini, tem um filha chamada Camila, e um animal de estimação que acreditem é uma galinha chamada Annita, o autor se orgulha de ter um cantinho especial para suas orquídeas. A inspiração para o texto veio de uma enorme árvore denominada seringueira, e o resultado de muitas pesquisas e dedicação podem ser conferidas no livro Luna Lina.

 Espero que vocês tenham gostado, um beijo e até a próxima!

Oláaa pessoal!
Todos sabemos que Nora Roberts é uma das autoras mais aclamadas da literatura contemporânea, muitos de seus livros já foram publicados aqui, no entanto, esse mês de março a Arqueiro traz um lançamento para lá de especial, pois é um dos romances de maiores sucessos da autora, um livro que mescla romance e sobrenatural, "Irmãos de Sangue".


"Irmãos de Sangue" é o primeiro livro da trilogia "A Sina dos 7" e eu mal posso esperar para poder me aventurar nas páginas dessa história.

A misteriosa Pedra Pagã sempre foi um local proibido na floresta Hawkins. Por isso mesmo, é o lugar ideal para três garotos de 10 anos acamparem escondidos e firmarem um pacto de irmandade. O que Caleb, Fox e Gage não imaginavam é que ganhariam poderes sobrenaturais e libertariam uma força demoníaca. 

Desde então, a cada sete anos, a partir do sétimo dia do sétimo mês, acontecimentos estranhos ocorrem em Hawkins Hollow. No período de uma semana, famílias são destruídas e amigos se voltam uns contra os outros em meio a um inferno na Terra. 


Vinte e um anos depois do pacto, a repórter Quinn Black chega à cidade para pesquisar sobre o estranho fenômeno e, com sua aguçada sensibilidade, logo sente o mal que vive ali. À medida que o tempo passa, 

Caleb e ela veem seus destinos se unirem por um desejo incontrolável enquanto percebem a agitação das trevas crescer com o potencial de destruir a cidade. 

Em Irmãos de sangue, Nora Roberts mostra uma nova faceta como escritora, dando início a uma trilogia arrebatadora em que o amor é a força necessária para vencer os sombrios obstáculos de um lugar dominado pelo mal.

O primeiro capitulo do livro já está disponível no site da editora com as demais informações, para acessar é só clicar aqui :)

E ai o que acharam? Curiosos?

Beijos!