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Frase do Dia ... Deixe a Criança ser Tímida #19

Quem ama frase do dia levanta a mão õ/ , uhuuul (hahahaha). Pois é sei que demorei, mas estou de volta, e dessa vez eu trouxe uma frase de um livro super fofinho já foi resenhado aqui no blog, então bora conferir?  


“ – Eu não sei o que é amor, respondeu. Eu não sei se te amo , amo minha mãe amo o mundo. Às vezes amo , outras vezes o amor é somente companhia do amor que aconteceu.” (p.55)


[Resenha] A Transformação de Raven - @EditoraArqueiro

A transformação de RavenTitulo Original: The Raven
Autor: Sylvain Reynard
Gênero: Ficção Canadense 
Edição: 2015
Editora: Arqueiro
Paginas: 448
Comprar: Saraiva, Submarino, Casas Bahia, Lojas Americanas
Florença, o berço do Renascimento. Um lugar culturalmente fervilhante, perfeito para quem quer esconder segredos ou está em busca de uma segunda chance. Como a doce Raven, que se muda para a cidade na tentativa de esquecer os traumas do passado e se dedicar à sua maior paixão: a restauração de pinturas renascentistas. Um dia, voltando para casa do trabalho na Galleria degli Uffizi, sua vida muda para sempre. Ao tentar evitar o espancamento de um sem-teto, Raven é atacada. Sua morte parece iminente, mas seus agressores são impedidos e brutalmente assassinados. Assustada e prestes a perder os sentidos, ela só consegue vislumbrar uma figura sombria que sussurra: Cassita vulneratus. Ao despertar, Raven faz duas descobertas perturbadoras: uma semana se passou desde o ocorrido e ela se transformou por completo. Quando volta ao trabalho, mais uma surpresa: alguém conseguiu burlar o sofisticado sistema de segurança da galeria e roubar a inestimável coleção de ilustrações de Botticelli sobre A divina comédia. Em busca da verdade, Raven cairá diretamente nos braços do Príncipe de Florença – tão belo quanto poderoso, tão sedutor quanto maligno –, que lhe apresentará um submundo de seres perigosos e vingativos, cujas leis ela precisa aprender depressa se quiser se manter viva e salvar os que a cercam. A transformação de Raven marca o início da série Noites em Florença, cujos personagens foram apresentados em O príncipe das sombras. (SKOOB)

Raven não foi a menina mais popular do colégio e nem a mais bonita. É uma mulher que pesa acima do ideal, e manca devido a um acidente que sofreu quando ainda era criança. Mas apesar disso tudo, ela é uma mulher independente, e que conseguiu seu emprego dos sonhos em Florença. Ela trabalha na Galeria Degli Uffizzi, restaurando obras de arte.

A vida de Raven, até então tranquila, muda drasticamente quando ao voltar de um jantar na casa de uma amiga, ela vê um morador de rua - que ela conhecia por passar por ele todos os dias - ser espancado por um grupo de jovens sem motivo algum. Mesmo sendo mulher, sendo apenas uma e com sua deficiência, ela resolve socorrer o conhecido. Mas isso não poderia acabar bem, como realmente não acaba, e Raven vira então alvo do grupo baderneiro. Depois de ser espancada, Raven está prestes a ser violentada quando seu corpo sucumbi e a mente dela se apaga.

No momento em que Raven acorda, não se lembra de nada que aconteceu e sente-se diferente. Ao entrar no banheiro vem o primeiro choque: Raven não é a mesma pessoa que costumava ser. Os quilos a mais foram embora, a beleza comum se tornou chamativa, e a deficiência na perna já não existe mais. Angustiada, sem saber o que gerou essas mudanças, ela vai trabalhar tentando em sua mente buscar o que poderia ter causado tudo isso ou se estaria ficando louca.

Ao chegar no trabalho, ela é recebida por policiais, um roubo na galeria Degli Uffizzi está sendo investigado, e por trabalhar na galeria ela precisa ir a delegacia depor. Nesse meio tempo, antes de ir a delegacia, ela encontra um amigo de trabalho e descobre por ele que ficou sumida por uma semana inteira e que as mudanças em seu corpo não são frutos de sua mente perturbada, é então que ela fica ainda mas desesperada para saber porque ela ficou apagada durante uma semana e por que seu corpo esta tão mudado.

Como se a vida de Raven não estivesse confusa o bastante, ela passa a receber em seu apartamento visitas misteriosas de um homem, que parece ter todas as respostas que ela precisa. Mas conseguir essas respostas pode ser mais difícil e eloquente do que Raven imagina, e também pode ser uma experiência extremamente sensual.

Ela vai descobrir também que entre o céu e a terra existe muito mais do que ela imagina. Existe Príncipes vampiros, humanos caçadores de vampiros, feras e outras criatura que deviam existir apenas em livros de ficção.



Gente, acabei de ler esse livro nos primeiros dias de Março, mas fiquei tão louca que não me sentia capaz de escrever sobre ele. Pessoal da Editora Arqueiro, cade o resto da serie????? Preciso de mais (hahaha) 


A narração acontece sobre dois pontos de vista, o de Raven e o do Príncipe. O que eu particularmente amei, pois a história não fica com "furos", a visão de um complemente a do outro. Novamente o autor mostrou domínio não só de sua escrita e de espaços físicos citados no livro, como também sobre Botticelli e suas obras.

A transformação de Raven é um livro com doses certas de mistério, elementos sobrenaturais e sensualidade, que vai prender o leitor da primeira a ultima pagina.

NOTA:

Foto -Sylvain ReynardPseudônimo usado pelo autor canadense, Sylvain Reynard é conhecido por seus romances românticos, alguns dos quais estiveram na lista dos mais vendidos do New York Times e do USA Today. Está interessado na forma como a literatura pode nos ajudar a explorar aspectos da condição humana, especialmente o sofrimento, sexo, amor, fé e redenção. Suas histórias favoritas são aquelas em que cada personagem faz uma viagem, seja viagem física a um lugar novo e excitante, ou uma viagem pessoal, na qual aprende algo sobre si mesmo. Também está interessado em elementos como a estética, a arte, a arquitetura e a música e em como podem ser usados para contar uma história ou para iluminar os traços de caráter particular. Em sua escrita, combina todos esses elementos com os temas da redenção, do perdão e do poder transformador de Deus.
Beijos , Anna (:

Últimos Lançamentos da Editora Edelbra - Na Minha Caixinha do Correio #60


A Editora Edelbra vem aprimorando cada vez mais os livros voltados para o publico infantil, e esse trabalho que já era impecável está ficando ainda melhor com essas edições em capa dura. No vídeo abaixo você pode conferir um pouco mais dos detalhes gráficos de cada um deles.



Espero que vocês tenham gostado, em breve volto com o vídeo de minha coleção de livros capa dura aqui no blog, mas vocês já podem assistir se quiser lá no canal.

Obrigado por tudo pessoal, não esqueçam de deixar nos comentários dicas para os vídeo novos do canal.

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XOXO

[Resenha] Daisy Está na Cidade - Editora @geracaobooks

Titulo Original: Daisy's back in town
Série: Lovett, Texas - Livro 1
Autora: Rachel Gibson
Editora: Geração
Selo: Jardim dos Livros
Ano: 2015
Páginas: 320
Gênero: Chick-lit
Comprar: Saraiva, Submarino, Casas Bahia
Sinopse: Daisy Lee Monroe está de volta a Lovett, Texas, e depois de muitos anos descobriu que pouca coisa mudou. Sua irmã continua uma louca e sua mãe ainda tem flamingos de plástico rosa no quintal. E Jackson Lamott Parrish, o bad boy que ela havia deixado para trás, ainda é tão sexy quanto antes. Ela gostaria de poder evitar este homem em particular, mas ela não pode. Daisy tem algo a dizer para Jackson, e ela não vai a lugar nenhum até que ele escute. Jackson aprendeu a lição sobre Daisy da maneira mais difícil, e agora a única palavra que ele está interessado em ouvir dos lábios vermelhos de Daisy é um adeus. Mas ela está surgindo em toda parte, e ele não acredita em coincidência. Parece que a única maneira de mantê-la quieta é com a boca, mas beijar Daisy já foi sua ruína no passado. Ele é forte o suficiente para resistir a ela agora? Forte o suficiente para vê-la sair da sua vida novamente? Ele é forte o suficiente para fazê-la ficar? (SKOOB)

Esse livro caiu de paraquedas no meu colo e eu peguei, de uma forma muito simples. "Daisy Está na Cidade" chegou pra mim por engano (era para Thais ter solicitado outro livro da autora e ela se enganou), e por não conhecer a história, não sabia bem o que esperar, embora lendo a sinopse quando foi lançado, ele tenha despertado bastante minha curiosidade.

Daisy e Jack se conheceram quando ainda estudavam no ensino fundamental, ela, Jack e Steven formavam um trio perfeito de amigos. Entretanto, na adolescência, Jack e Daisy começaram a namorar em segredo, pois não queriam que Steven soubesse, ele também gostava dela e Daisy não queria magoar o amigo.


Mas as coisas mudam totalmente de rumo quando os pais de Jack sofrem um acidente de carro e morrem, ele sem cabeça para nada, pede um tempo para pensar á Daisy, que desesperada vai contar tudo o que está acontecendo para Steven e ele na mesma hora não hesita em ajudar a amiga. Eles acabam se casando e Jack ao saber disso e pensar que foi traído, não quer mais saber da amizade dos dois.

Quinze anos depois, Daisy está de volta a cidade de Lovett no Texas, agora viúva de Steven, ela volta para contar um segredo que há muito tempo está guardado e que pode mudar a vida de seu antigo amor para sempre, ela estava grávida quando saiu da cidade, grávida de um filho de Jack.

Com a ajuda de uma carta deixada por Steven pouco antes de morrer, Jack fica possesso de raiva quando descobre quem tem um filho de quinze anos, pois ele teria participado da vida do filho desde o incio se soubesse. E então, ele vai tentar de todas as maneiras que conhece se aproximar do menino para recuperar o tempo perdido, porém, não será tão fácil, ele precisa aprender a ser pai e precisará lidar com uma antiga chama que está sendo reacesa em seu coração por Daisy, que também sente o mesmo.


A história de "Daisy Está na Cidade" é bem clichê e sem grandes acontecimentos, mas a autora aborda os dramas dos personagens, dramas esses que na vida real seriam vistos de formas terríveis, de uma forma tão leve e divertida, que isso se torna o diferencial do livro. E confesso que essa foi uma das coisas que mais gostei.

Esse é o primeiro livro que leio da autora, que pra ser sincera, até então eu não conhecia, e eu me apaixonei, simples assim. Adoro livros com histórias simples, mas que conseguem prender o leitor desde a primeira página. Sim, esse livro é exatamente assim. 

Com uma narrativa que me lembrou um pouco romances de banca, Rachel Gibson consegue conquistar o leitor e faze-lo viajar até o Texas para poder vivenciar as aventuras de seus personagens.

Enfim, eu amei o livro! E indico pra todos aqueles que tanto quanto eu gostam de um bom chick-lit. Você vai rir e se apaixonar com este. 

P.S.: Ah, já ia me esquecendo... A editora, meus parabéns, a capa e a diagramação estão impecáveis!

NOTA:


Rachel Gibson descobriu seu talento como escritora aos 16 anos, quando saiu com o carro do pai e bateu em um barranco. Quando seus pais chegaram contou uma história tão real, que seus pais acreditaram que ela havia sido vítima de um acidente de trânsito. E desde então não parou mais de contar histórias. Escritora de sucesso nos EUA, ganhadora do Prêmio RITA, está feliz ao ver que um de seus romances está em primeiro lugar na lista do jornal americano The New York Times. E seus outros romances figuram no Top Tem Favorite Books of The Year (lista dos 10 livros mais vendidos no ano, publicada pelo jornal The New York Times).

Beijos,
Fernanda Gonçalves =)


[Filme] Medianeras: Buenos Aires da Era do Amor Virtual - @imovision


Me chamo Gabriela e sou a nova "mãozinha sonhadora" que trabalha por aqui à fim de trazer para vocês as coisas mais gostosas e belas de ler - e, no meu caso, de assistir.
Gosto muitíssimo de sentir e aprender com os filmes que vejo. Curto particularmente uma boa dose de drama romântico e animação, então provavelmente são os gêneros que vocês mais verão serem recomendados por mim aqui. Espero, sinceramente, que gostem! :)

Medianeras: Buenos Aires da Era do Amor Virtual 


Título original: Medianeras
Ano: 2011
Direção: Gustavo Toretto
Gênero: Drama, Romance, Comédia
Duração: 95 minutos
Elenco: Javier Drolas, Pilar López de Ayala

Sinopse:  Martin é um fóbico em processo de recuperação que luta para sair do isolamento social e do mundo tecnológico em que confortavelmente se encontra. Mariana tenta se recuperar do término de um longo relacionamento, enquanto divide seu tempo de distração entre trabalhar arrumando vitrines e procurar a figura de um personagem de desenho animado em um livro. Martin e Mariana vivem na mesma cidade, no mesmo bairro, na mesma rua e internamente estão a procura das mesmas coisas, mas ainda assim não conseguem encontrar um ao outro.
O filme começa com Martin comentando a arquitetura de sua cidade, Buenos Aires, e comparando-a com nós, seres humanos - baixos e altos, com muito ou pouco estilo e afins. E assim ele prossegue, usando a arquitetura e a tecnologia como metáforas para nossas vidas, tendo a certeza de que por mais que a tecnologia tenha nos aproximado do mundo, afastou-nos de nós mesmos e também uns dos outros.
Web designer e cheio de fobias e medos, ele utiliza sua profissão e hobbie favorito para se afastar ainda mais do convívio social. Até que com o auxílio de seu psiquiatra, encontra um modo de perder aos poucos o medo de sair de casa e participar do mundo: fotografar.


Somos apresentados então à Mariana, uma garota com uma enorme fobia de altura e que coincidentemente é formada em arquitetura, mas ainda não construiu nada. Ela continua sua apresentação, assim como Martin, comentando dos edifícios da cidade que ambos dividem.
E assim, começamos a acompanhar a história dos dois. Confusos, cheios de dúvidas e medos e se sentindo terrivelmente sozinhos.


Vamos notando então, ao longo do filme, a imensa sintonia que eles tem, mesmo sem conhecer um ao outro. Martin foi abandonado pela namorada, que foi aos EUA à viagem e nunca mais voltou e Mariana, que ainda se recupera do término de um longo relacionamento de 4 anos. O envolvimento de ambos com outras pessoas, completamente diferentes deles. A vontade que os dois compartilham de sentirem-se bem, felizes e livres. Os filmes que gostam de assistir, as músicas que gostam de ouvir e os lugares que frequentam. Sem nunca notar um ao outro.



Até que uma noite, depois de tantas tentativas e tanta solidão, eles resolvem entrar em uma sala de bate papo na internet e acabam conversando. Enquanto isso, nós que estamos assistindo, temos finalmente o prazer de presenciar um envolvimento mais claro entre eles, enquanto torcemos de coração para que tudo dê certo.

Medianeras não é só uma história sobre desencontros. É uma história sensível e delicada sobre nossos medos, inseguranças e decepções. Uma história que nos faz refletir sobre a nossa condição humana, nosso cotidiano e o grau de envolvimento que estabelecemos hoje em dia com outras pessoas. É uma história sobre o amor. O amor real, que vivemos todos os dias. Cheio de etapas e desafios a serem superados, mas naturalmente belo.

P.S.: A primeira vez que assisti o filme foi por DVD, que aluguei. De cara já foi para minha listinha de favoritos e obviamente eu queria rever mais vezes, foi quando o descobri na Netflix. Felizmente, para quem não tem conta lá, o filme encontra-se completo, legendado e bonitinho lá no YouTube ;)

[Resenha] Jerô Cara-Pálida e o Guardião das Coisas Perdidas - #EditoraEdelbra

Titulo Original: Jero Carapálida y el Guardián de las Cosas Perdidas
Autor: Irene Vasco
Ilustrador: Juana Medina
Tradutor: Janaína de Azevedo Baladão
Editora: Edelbra
Ano: 2015
Páginas: 72
Gênero: Ficção Infanto-juvenil Colombiana
Comprar: Saraiva, Cultura, Travessa
Sinopse: Jerô Cara-Pálida - No livro, a autora descreve situações divertidas vividas por um menino de nove anos, seus irmãos, sua mãe, pai e padrasto. Jerô Cara-pálida tem uma família como qualquer outra, mas uma visão bastante peculiar sobre os fatos e talento para contar histórias impressionantes. Jerô narra as travessuras de seu irmão menor, que costuma guardar seus “tesouros” na bolsa da mãe. É a história do cotidiano de uma família, que transcorre com muitas surpresas. (SKOOB)

Jerônimo, ou melhor, Jerô, é um menino de nove anos que tem uma família que se parece com todas as outras: uma família meio louca. Ele moram com sua irmã Luna, da qual a apelidou de lunática, sua mãe, seu irmão Juan e seu padrasto. Tudo estaria bem se não fosse pela mania de guardião de Juan, que não pode ver nada ao seu alcance que vai logo dando um jeito de guardar na bolsa de mamãe. Por causa disso eles já se meteram em poucas e boas, o que de certa forma acaba sobrando para Jerô, que no futuro pretende se encarregar da educação do irmão mais novo.



'Jerô Cara-Pálida e o Guardião das Coisas Perdidas' é uma curiosa e divertida estória infantil, nela o menino Jerô se vê diante de situações semelhantes a que vivemos no nosso dia a dia com a família, e assim como nós, acha que tais coisas só acontecem na família dele. E o engraçado é ver como que lá no fundo toda família se parece um pouquinho.



Nesta pequena estória de Irene Vasco, a narração flui com facilidade, enquanto as ilustrações de Juana Medina, são introduzidas com total harmonia ao texto, o que para aqueles que estão começando a ler agora, seja uma ótima pedida.



No geral o livro é bem envolvente, é impossível o leitor não se identificar com uma ou outra característica da família de Jerô. Além do mais o fato de Jerô ser uma criança inteligente e curiosa, nos garante mais aventuras pelas próximas obras da série. O garoto tem uma imaginação forte e ainda é aspirante a cientista, algo que me proporcionou boas risadas nas ultimas três páginas, onde ele decide nos mostrar como seria o animal de estimação dos seus sonhos.



Super recomendo para as crianças que estão trocando os livros ilustrados por livros com mais escrita. Esse é o tipo de livro que deve ser lido para as crianças que estão aprendendo lidar com os mais diversos tipos de situações em família, como por exemplo a chegada de um irmãozinho novo, uma separação entre mãe e pai ou a conturbada fase de transição de um irmão/irmã mais velha. Indico para professores e educadores que fazem algum tipo de trabalho literário com criança e até mesmo para os pais que gostam de ler para seus filhos. Este meu exemplar estará sendo enviado para a Ana, que está fazendo um estagio em literatura com um grupo de crianças.


 NOTA: 

Irene Vasco é autora colombiana que ao longo de 20 anos escreve para crianças e jovens. É promotora do programa La Imprenta Manual, que tem como finalidade a formação de produtores de textos. Foi fundadora e diretora da Librería Espantapájaros, em Bogotá.                                                                                                                                              

[Resenha] Coração de Pedra - Editora @geracaobooks

Título Original: Stone Heart
Autor: Charlie Fletcher
Editora: Geração Editorial
Série: Coração de Pedra - Livro 1
Ano: 2007
Páginas: 464
Gênero: Literatura Infanto-Juvenil
Comprar: Saraiva, Submarino
Sinopse: O romance ''Coração de Pedra'', do inglês Charlie Fletcher, publicado pela Geração-Ediouro, conta a fascinante história de uma guerra entre estátuas mitológicas e estátuas de seres humanos em Londres. O início de tudo foi um soco de um adolescente, George Chapman, decepando a cabeça de um dragão de pedra do pórtico do Museu de História Natural. Ele é perseguido por um Pterodáctilo, réptil de dentes afiados e pontudos, que se soltou da fachada do museu e o olhava fixamente com ódio e fome. George é salvo pela estátua do Artilheiro do Memorial de Guerra. Somente o jovem enxerga as estátuas em movimento. Para reparar o estrago que aprontou, ele tem de colocar a cabeça do dragão no Coração de Pedra, mas George não sabe onde encontrá-la. Na busca, conta com a ajuda de Edie, uma menina bem decidida. Com linguagem ágil e fácil, a história tem ritmo eletrizante, mas ao mesmo tempo diverte. (SKOOB)

A série 'Coração de Pedra' é uma trilogia tendo como primeiro livro 'Coração de Pedra', o segundo é 'Mão de Ferro', lançado também pela Geração Editorial no ano passado e o terceiro ainda não tem previsão de lançamento, mas o título original da obra é 'Silver Tongue'.

A história se passa em Londres o que já é um fato que me agrada, pois sou apaixonada pela cidade (hahaha), no entanto descobrimos que existe uma Londres totalmente diferente da que todos estamos acostumados. George, um menino de 12 anos está em um museu da cidade numa excursão escolar e é repreendido pelo professor que o deixa de castigo. Irritado pelo acontecimento George deixa o museu e desconta sua fúria em uma das gárgulas quebrando a cabeça dela.


É ai que a vida de George vira de cabeça para baixo e a história realmente começa. Ele começa a ser perseguido por um Pterodátilo de pedra após quebrar a cabeça da gárgula, ele foge pelas ruas de Londres até perceber que ninguém além dele próprio pode ver a estátua o perseguindo. Quando George já está sem forças para continuar correndo ele encontra uma outra estátua, dessa vez de um Artilheiro que também ganha vida e o salva do Pterodátilo.

Descobrimos então que todas as estátuas de Londres ganham vida e apenas pessoas específicas podem vê-los, como George e Edie (comentarei dela mais tarde). O Artilheiro explica que existem uma rixa entre as estátuas da cidade, os Cuspidos, que são réplicas dos seres humanos, e os Estigmas, que são as estátuas de animais e gárgulas. Basicamente Cúspidos são bons e Estigmas são maus.

"Do mesmo jeito que a esperança aumenta a felicidade, o medo agrava a calamidade."

Agora vamos falar de Edie, a menina também tem 12 anos assim como George, mas ela é um tanto arrogante quando a conhecemos, mas descobrimos o porque disso ao desenrolar da história. Ela é uma fagulha, e fagulhas nunca trazem nada de bom segundo as estátuas que preferem sempre manter a distancia da menina, mas o que realmente é uma fagulha? Bem, ela pode ver o passado que ocorreu com cada estátua e trazer a tona todos os sentimentos ruins dos acontecimentos.

"- Às vezes tudo o que se pode fazer é tentar. Mas enquanto se tenta, não se desiste, e isso é a metade do caminho."

A narração em terceira pessoa é leve e gostosa, mas as vezes nos faz dar uma viajada e as vezes nos prende a ponto de querer devorar todas as páginas em um único minuto. A Capa do livro é apaixonante (haha) nunca vi uma capa com esses detalhes que encontrei nessa, as partes de pedra e Gárgula no desenho da capa são ásperos como se estivéssemos realmente tocando algo de pedra.


Eu super recomendo a leitura, eu acabei demorado um pouco para ler porque tive de passar outras mais urgentes na frente, mas não é uma leitura lenta, mesmo contendo partes onde a gente damos uma dispersada. 

Nota:

Beijos, Pri!

Charles "Charlie" Fletcher estudou Literatura Inglesa na Universidade de St. Andrews, na Escócia, e formou-se como roteirista na Universidade de Cinema e Televisão da Califórnia do Sul, em Los Angeles. Foi roteirista de cinema e televisão antes de começar a escrever a trilogia Coração de Pedra, sua primeira saga para jovens. Hoje, ele mora e escreve em Edimburgo, Escócia, com a mulher Domenica, seus dois filhos Jack e Ariadne e um cão terrier.