Pra quem acompanha o blog já deve ter ficado bem claro o meu 'estranho' gosto literário, desde quando me juntei ao 'Amiga da Leitora', venho tendo oportunidades de compartilhar com vocês múltiplas coisas quais me chamam atenção e que despertam em mim uma curiosidade/interesse absurdo, e hoje é dia de compartilhar, sejam bem vindos à minha 'WishList CrimeScene' da editora DarkSide ♥

Ao ouvir falar de DarkSide pode ser que muitos de vocês em imediato pensem em terror, suspense, histórias clássicas que tenham o poder de transportar o leitor para outro universo, absorvê-lo no decorrer da narrativa fazendo com que o mesmo não apenas leia mas também, viva a estória em ocasião, e de fato os livros publicados pela editora têm esse 'poder'. Sempre executando trabalhos exemplares a DarkSide Books expande suas barreiras no mundo literário publicando livros de gêneros diversos, conquistando leitores em todos os cantos do país. Essa é uma das melhores características da editora, não se prender em apenas um gênero. Por ter um lugar respeitável no mundo literário a editora sempre apresenta ao público novidades que deixam todos boquiabertos.


A editora possui uma coleção de livros voltados à área criminal, CrimeScene como é chamada, apresenta ao leitor obras que relatam e explicam casos brutais executados por Serial Killers mundo afora. Declaradamente proibida para menores de idade, a coleção trás livros para aqueles que tenham mente e estômago forte por seu conteúdo ser de extrema violência tanto fisica quanto psicologicamente. Tive a oportunidade de ler dois livros da coleção: 'Social Killers - Amigos Virtuais, Assassinos Reais.' e 'Serial Killers - Anatomia do Mal.' ambos serviram para despertar ainda mais a minha curiosidade em relação as outras obras literárias, quais foram inclusas em minha lista de desejados, vem ver quais são.



AMERICAN CRIME STORY: O POVO CONTRA O.J. SIMPSON é o mais completo livro sobre o caso, e foi escrito por Jeffrey Toobin, repórter que cobriu o julgamento para a revista New Yorker. Mesmo partindo do princípio que Simpson era culpado, o livro apresenta informações minuciosas que ajudam a desvendar por que O.J. foi inocentado naquele grande circo que virou seu julgamento. E que julgamento! Os autos totalizaram mais de 50 mil páginas e 1 milhão de linhas escritas. Durante 372 dias, foram ouvidas 133 testemunhas. Tudo isso está registrado em AMERICAN CRIME STORY: O POVO CONTRA O.J. SIMPSON.



Psicopata, vigarista, racista e cafetão. Olhos em chamas, barba por fazer, cabelos despenteados e uma suástica tatuada na testa. A diabólica imagem de Charles Manson está gravada no inconsciente popular e é reconhecidamente assustadora. Após quatro décadas dos seus terríveis atos, os assassinatos orquestrados por ele continuam a exercer um mórbido fascínio. Dezenas de livros já foram escritos sobre Manson nesses mais de quarenta anos, e agora uma meticulosa pesquisa desenvolvida pelo biógrafo Jeff Guinn surge como o guia definitivo do homem que entrou para a história como sinônimo do mal.

Em Made in Brazil, Casoy relata sete casos de serial killers brasileiros, três dos quais ela entrevistou pessoalmente: Marcelo Costa de Andrade, o vampiro de Niterói, um dos casos e depoimentos mais chocantes do currículo da autora; Francisco Costa Rocha, o Chico Picadinho; e Pedro Rodrigues Filho, o Pedrinho Matador. Um relato cruel feito pelos próprios assassinos, conduzido com maestria por quem entende do assunto, que procura guiar o leitor pela sinuosa mente de pessoas frias e com movimentos mais que premeditados para o mal. Além deles, a autora se debruça sobre a vida e os crimes de José Augusto do Amaral (Preto Amaral), Febronio Índio do Brasil, Benedito Moreira de Carvalho (Monstro de Guaianases) e José Paz Bezerra (Monstro do Morumbi).

A primeira parte de Louco ou Cruel? aborda os serial killers sob diversos aspectos e à luz da Criminologia, do Direito, da Psiquiatria e da Psicologia, e dedica-se a dissecar este universo, analisando como tudo começa, quem são as vítimas, os aspectos gerais e psicológicos, os mitos e as crenças, o perfil do criminoso, a psicologia investigativa, a análise do local do crime e a encenação/organização da cena. Na segunda parte do livro, Casoy apresenta em detalhes 16 casos de serial killers que chocaram e marcaram o século XX, entre eles Albert Fish, Ed Gein, Ted Bundy, Andrei Chikatilo, Jeffrey Dahmer, Aileen Wuornos e o Zodíaco, cuja identidade segue desconhecida até hoje. Histórias que habitam as entranhas da humanidade e o que ela tem de pior: frieza, perversidade e falta de sensibilidade que acabam por produzir o mal em escalas inimagináveis.

Já li, e recomendo para quem tem estômago forte:  'Social Killers - Amigos Virtuais, Assassinos Reais.' e  'Serial Killers - Anatomia do Mal.'

Fiquem tranquilos, pois assim que eu tiver a oportunidade virei com mais detalhes dessas belezuras para vocês. Agora me diz, vocês teriam coragem de enfrentar esse terror que está presente na vida real?

See you soon, Lucas!

Titulo Original: The Impossible Lives of Greta Wells
Autor: Andrew Sean Greer
Editora: Grupo Pensamento / Jangada
Ano: 2016
Páginas: 256
Gênero: Literatura Estrangeira / Romance
Comprar: Submarino, Americanas
Sinopse: Durante um tratamento psiquiátrico após perder seu irmão e o rompimento de seu relacionamento, Greta Wells se vê transportada para vidas que poderia ter tido se tivesse nascido em épocas diferentes. Sua consciência se alterna entre seu próprio tempo e sua vida em 1918, em que trai o marido, e outra em 1941, em que é mãe e esposa devotada. As três vidas de Greta são repletas de tensões familiares e escolhas difíceis. Cada realidade tem suas perdas, recompensas e desafios. Será que são efeitos do tratamento ou ela realmente está vivendo essas vidas? E se Greta descobrir como permanecer em um dos outros mundos, em qual época ela vai querer ficar? (SKOOB)
Nesse livro somos apresentados à Greta Wells, uma mulher de 31 que tem seu irmão gêmeo Felix como seu fiel confidente. Apesar de serem gêmeos, Felix era quem aparentava ter mais idade e Greta se 'divertia' com isso. Certa noite enquanto caminhavam com o cachorro na neve, o casal de irmãos foram surpreendidos por uma senhora histérica que 'ordenou' para que saíssem dali com o cachorro, Greta assentiu e Felix como era de seu feitio faria o mesmo, mas não. Ele concordou em retirar-se de lá, mas antes encarou a senhora e perguntou: ''Quando era garotinha, era nessa mulher que desejava se tornar?'' a partir daí, essa frase passar ter 'peso' na estória.


O destino resolvera pregar um 'peça' em Greta, que agora está passando por um momento nada fácil em sua vida. Seu irmão Felix morrera devido complicações em seu estado de saúde, parte de Greta parecia ter sido arrancada de sua essência e enterrada junto com o irmão. Greta mantinha um relacionamento com Nathan, homem o qual a ajudou muito durante período em que estiveram juntos, principalmente durante as complicações no estado de saúde de Felix, por mais que tudo parecia estar bem entre eles, Nathan desiste da relação e a abandona, causando-lhe traumas tão profundos quanto os que a morte do irmão fez.


Em busca de superar e até mesmo buscar forças para passar por essa fase de turbulências emocionais de sua vida, Greta decide buscar ajuda de um psicólogo pois acredita que uma boa sessão com especialista resolveria se não por completo, boa parte de seu problemas. Porém o tratamento proposto e executado pelo psicólogo não surge o efeito esperado, na verdade não surge efeito algum, sendo assim ele a encaminha para um psiquiatra que logo de cara diz ter o tratamento ideal para ajudá-la. 

Eletrochoques, ou melhor, eletroconvulsivante como é chamado, fariam com que Greta fosse aos poucos relaxando e voltando a seu estado emocional normal. Antes de iniciar o tratamento o psiquiatra a informou que alguns efeitos poderiam surgir após dado início as sessões, mas que os mesmo seriam inofensivos. De fato Greta passa ter 'reações' ao eletroconvulsivante, porém as mesmas não são as quais o psiquiatra esperava. 

Como resultado do tratamento, Greta passou a vivenciar inúmeras versões de sua vida, mas em tempos diferentes, 1918, 1941 e 1985 e em cada uma delas nossa protagonista passara por algum tipo de perda, tendo isso como  reflexo de sua vida 'real'. Os eletroconvulsivante nunca tinham causado tais reações, para não ser tachada como louca, Greta engata por si só uma luta para entender oque está acontecendo, e é nessa busca por respostas que o leitor é absorvido e puxado para dentro da narrativa.


Primeiro livro que li do autor Andrew e confesso que não me arrependo. O foco central da estória é algo super criativo, nunca tinha lido ou até mesmo nunca soube sobre outros livros que abordem temas similares. Este livro serviu como uma espécie de desafio para mim, pois o mesmo demorou um pouquinho para chegar em minhas mãos, mas quando de fato o recebi fui correndo ler, porém confesso que não esperava que a leitura fluísse tão naturalmente. Este livro me instigou de tal forma que estou sentindo uma leve necessidade de ler outras obras do autor, farei assim que tiver a oportunidade. Se você busca uma estória original e envolvente, sem ligação alguma com demais obras literárias, este livro é o ideal. 'As Vidas Impossíveis de Greta Wells' recomendo!

NOTA:

Andrew Sean Greer é autor best-seller de cinco livros de ficção, incluindo The Confessions of Max Tivoli, considerado o melhor livro de 2004 pelos jornais Chicago Tribune e San Francisco Chronicle. Greer é ganhador de dois conceituados prêmios: California Book Award e o New York Public Library Young Lions Award. Ele mora em São Francisco. As Vidas Impossíveis de Greta Wells é o seu quinto livro.
See you soon, Lucas! 

Nos dias atuais, encontrar alguém que não goste de ver séries de TV não é tarefa fácil. A juventude e até mesmo os adultos chegam a passar horas assistindo suas respectivas séries, você provavelmente se encaixa nesse grupo, não é?

De alguns anos pra cá, as emissoras de TV e até mesmo plataformas online passaram a investir muito em seriados, pois tais shows vem conquistando uma imensidão de fãs pelo mundo todo, quebrando até a 'força' e popularidade dos filmes. Geralmente divididas por temporadas anuais, as séries de TV se reinventam a cada ano, são de todos os tipos para todos os gostos. Sejam elas de comédia, humor, suspense, não importa... os telespectadores sempre são surpreendidos em cada temporada. Hoje, compartilho com vocês minhas impressões sobre 2 séries que prometem abalar/destruir as estruturas emocionais dos fãs, se liga só.


Scream Queens é uma série de televisão americana criada para a Fox por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Iann Brennan. A série foi estreou em 22 de setembro de 2015, tanto nos Estados Unidos como também no Brasil. A primeira temporada centra-se na fraternidade Kappa Kappa Tau da Universidade Wallace, que passa a ser alvo de um assassino em série, vestido como uma fantasia de Diabo Vermelho. A segunda temporada se passará em um hospital, onde alguns dos casos médicos mais fascinantes e bizarros acontecem.

Ano passado fiz um post falando sobre a primeira temporada da série, caso não tenha visto, basta clicar AQUI; nele comentei oque achei e criei expectativas para a segunda temporada que estreia dia 20 de Setembro na FOX. Até o momento não foi revelado muitos 'detalhes' sobre a temporada, apenas alguns teasers foram lançados na internet. A segunda temporada se passará em um hospital, então já dá pra saber que vem coisa boa por aí (haha), veja o teaser e tire suas próprias conclusões.



American Horror Story é uma série de televisão norte-americana de horror-drama criada e produzida por Ryan Murphy e Brad Falchuk. Descrita como uma série antológica, cada temporada é concebida como uma história independente, seguindo um conjunto de personagens e ambientações distintas, e um enredo com o seu próprio "começo, meio e fim.

Confesso à vocês que 'American Horror Story' é a minha série favorita EVER, Drama psicológico, suspense e muito horror compõe a marca registrada da série. Com 5 temporadas lançadas, AHS conquistou inúmeros fãs e se tornou uma das séries mais comentadas de todos os tempos.
Murder House; Asylum, Coven, Freak Show e Hotel tema das temporadas anteriores bateram recordes de audiência mundialmente, o produtor Ryan Murphy (que também dirige Scream Queens), surpreendeu à todos ao convidar Lady Gaga para ser protagonista da quinta temporada da série, intitulada 'Hotel', a cantora aceitou o convite e cumpriu de forma impressionante o seu papel, chegando a ganhar um Emmy Award  (prêmio atribuídos aos profissionais de televisão); como melhor atriz.

Um suspense tremendo está sendo feito em relação ao tema da sexta temporada com data de estréia para 14 de Setembro. Diferentemente das temporadas anteriores em que o tema era revelado com meses de antecedência da data de estréia, a sexta temporada está 'enlouquecendo' os fãs com tanto suspense, e como é de se imaginar inúmeras teorias estão 'voando' nas redes sociais. Nada se sabe em relação a esta temporada, alguns teasers promocionais estão sendo lançados, cabe ao telespectador ter paciência e deixar-se surpreender com oque irá ao ar dia 14 de Setembro. Confira os teaser.



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See you soon, Lucas!

Titulo Original: The Air He Breathes
Série: Elementos #01
Autora: Brittainy C. Cherry
Páginas: 308
Editora: Record
Ano: 2016
Gênero: Romance

Comprar: Saraiva, Fnac, Travessa
Sinopse: O novo romance da autora de Sr. Daniels. Como superar a dor de uma perda irreparável? Elizabeth está tentando seguir em frente. Depois da morte do marido e de ter passado um ano na casa da mãe, ela decide voltar a seu antigo lar e enfrentar as lembranças de seu casamento feliz com Steven. Porém, ao retornar à pequena Meadows Creek, ela se depara com um novo vizinho, Tristan Cole. Grosseiro, solitário, o olhar sempre agressivo e triste, ele parece fugir do passado. Mas Elizabeth logo descobre que, por trás do ser intratável, há um homem devastado pela morte das pessoas que mais amava. Elizabeth tenta se aproximar dele, mas Tristan tenta de todas as formas impedir que ela entre em sua vida. Em seu coração despedaçado parece não haver espaço para um novo começo. Ou talvez sim. (SKOOB)


Eu estava esperando por este livro antes mesmo de saber de sua existência. Isso porque desde o momento que eu conheci a escrita de Brittainy C. Cherry em 'Sr. Daniels', não tinha duvidas de que leria qualquer outra coisa que ela publicasse. Ver a autora pessoalmente no 1° Mochilão da Record em 2015, fez com que eu me apaixonasse ainda mais pelo seu trabalho, ela não é incrível somente no que faz, Brittainy é realmente incrível pelo que é. Sua fofura chega ser palpável e a maneira como ela fala sobre seus personagens os fazem parecer ainda mais reais.

Ao contrário de 'Sr. Daniels', seu novo livro nos trás protagonistas mais maduros, no entanto tão 'quebrados' quanto os de seu primeiro livro. A autora mostra mais uma vez que é expert em falar sobre grandes perdas, só que em 'O Ar Que Ele Respira', ela nos mostra o quanto uma segunda chance é importante.


Tristan não só perdeu a esposa e o filho em um acidente de carro, perdeu também a razão de viver, ele não é mais quem ele já foi um dia, a vida lhe mostrou como pode ser cruel, e ele decidiu 'vestir a mascara de um monstro' e mostrar que pode ser ainda mais assustador que os seus problemas.
Elizabeth fugiu para viver o luto de seu marido longe da pequena cidade em que morava, mas agora decidiu voltar e retomar a vida com sua filha Emma e os amigos.
A vida desses dois se cruzam no momento em que Elizabeth acidenta o cachorro de Tristan, e com a noticia de que o bichinho irá sobreviver, ela vê algo bom dentro de Tristan que a sua mascara de homem sombrio não deixava nenhum morador da pequena cidade ver.

Mesmo com todos os seus amigos alertando que Tristan é um monstro e que Elizabeth deve se manter longe dele para não se machucar, ela não desiste, e por mais que ele a faça sofrer com tanto mal humor, ela está disposta a ser sua amiga, pois sabe que no fundo ele é uma pessoa boa. É aí que em meio a uma porção de arranca rabos, ambos descobrem que tem mais em comum do que imaginavam, e que podem sim ser a válvula de escape um do outro. O que eles não poderiam imaginar é que mediante a forma bizarra que encontraram para se ajudar, a vida poderia lhes sorrir de novo. Só iria depender deles querer fazer desses momentos felizes algo que compensasse toda a dor.



Mais uma vez não posso negar o quanto a escrita da Brittainy é capaz de me envolver e não sentir o tempo passar enquanto leio. Seus personagens são tão reais que em diversos momentos me vi com os olhos lacrimejando, e aquela vontade de dizer 'vem aqui, me da uma abraço, eu sei pelo que você está passando'. Enquanto era possível me emocionar com alguns, morria de dar risadas com outros, Faye (a melhor amiga de Elizabeth) está aí para provar que a autora também tem muito senso de humor. Além do mais preciso destacar as diversas referências que Brittainy fez a outros clássicos da literatura durante sua obra, fomos por exemplo de 'O Sol é para Todos', 'Orgulho e Preconceito' a 'Harry Potter' e até mesmo a 'Bíblia'.


De uma forma geral posso dizer que 'O ar que ele respira' nos mostra o quanto somos errados em julgar as pessoas por sua aparência, não que isso seja novidade, mas ainda é algo que continuamos fazendo, enquanto o que as pessoas precisam é apenas uma segunda chance. Uma oportunidade de se reinventarem, de juntarem os cacos e seguirem em frente. Não devemos julga-las pelos seus erros, errar é normal, todos nós erramos e iremos continuar errando outras vezes na vida. O que isso não significa é que por causa disso elas devam ser excluídas. As vezes o mais certo a fazermos é amar uma pessoa na hora em que ela menos mereça ser amada. Devemos acreditar que existe bondade na humanidade, ou caso contrário estaremos destruindo qualquer esperança de um mundo melhor, de uma sociedade como ela realmente deve ser.


Elizabeth e Tristan me mostraram que o tempo é curto, e por mais que pensamos que temos uma vida inteira pela frente, nós nunca sabemos até onde essa estrada vai. Nós não temos todo o tempo do mundo, e o amanhã talvez nem chegue, então do que vale vivermos acumulando raiva, tristezas e sentimentos ruins? Do que vale culpar-mos quem quer que seja pelos nossos problemas?
'O ar que ele respira' é sem sombra de duvidas um romance arrebatador, inclusive com cenas picantes diga-se de passagem. Fala sobre grandes perdas e recomeço, mas mais do que isso é um livro que toca em nossas feridas, nos faz por a mão na consciência e repensar se estamos mesmo tratando as pessoas e vivendo a vida da melhor maneira.

NOTA: 

Brittainy C. Cherry é formada em artes cênicas, com especialização em escrita criativa pela Carroll University, em Wisconsin. Quando não está escrevendo, adora brincar com seus bichinhos de estimação. Ela mora com a família em Milwaukee, Wisconsin. Seu site: www.bcherrybooks.com


Olá queridos leitores, como vão?
Esse vídeo já era pra ter saído por aqui faz algum tempo, mas se por um acaso você ainda não o assistiu lá no canal (já se inscreveu?) essa é a sua chance ... hahah.

Minha mais nova quedinha vem sendo os livros do gênero YA, e em Julho eu tive a oportunidade de ler vários deles.
Vou deixar aqui em baixo os links de todas as resenhas:
Me diga quais foram as leituras de vocês durante o mês de Julho e se me indicam algum deles.

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XOXO